PENSAMENTOS

Aqui é possível verificar alguns pensamentos que promovam reflexões sobre assuntos relacionados com a música e arte de maneira geral. Todas as citações utilizam o critério de serem retiradas de fonte primária, sendo assim, não fazendo uso de apud (citado por, conforme, segundo). As referências mostram as informações contidas nos livros originais e nos eventuais casos de omissão de dados é porque não existiam nas referidas publicações.


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"Ao ouvirmos uma peça de música, se não somos conhecedores dos diferentes códigos de composição musical (o que nos levaria também a outro tipo de interpretação), a audição dessa música não produzirá em nós senão uma série de qualidades de impressão, isto é, sensações auditivas, viscerais e possivelmente correspondências visuais."

Lúcia Santaella

SANTAELLA, Lúcia. O que é semiótica. 1. ed. São Paulo: Brasiliense, 2012, p. 93-94. (Coleção Primeiros Passos - 103) .

"Se a música se reaproxima da filosofia, isso demonstra que ela é mais do que organização dos sons: é organização do pensamento, é ouvir o lógos"

Lia Tomás

TOMÁS, Lia. Ouvir o lógos: música e filosofia. 1. ed. São Paulo: Unesp, 2002, p. 121.

"... se notas, sons, e ruídos e silêncios nada expressam a não ser relacionalmente no curso de um discurso, os sentidos que daí emanam são também resultantes da intersecção entre a subjetividade do indivíduo e seu universo significante"

Maria de Lourdes Sekeff Zampronha

ZAMPRONHA, Maria de Lourdes Sekeff. Da música: seus usos e recursos. 2. ed. São Paulo: UNESP, 2007, p. 35.

"A presença da arte nas escolas e em outros polos culturais permite a emoção/fruição diante da obra artística por parte dos alunos ou do público, e pode contribuir para o aumento da qualidade de vida"

Marisa Trench de Oliveira Fonterrada

FONTERRADA, Marisa Trench de Oliveirap. De tramas e fios: um ensaio sobre música e educação. 2. ed. São Paulo: Unesp, 2008, p. 14 (Arte e Educação).

"É bom que você entenda que arte - e aqui me refiro especificamente à música - não é uma questão de gosto. Temos de exercitar nossa compreensão, ou seja, é preciso que nosso entendimento emocional seja bem desenvolvido, através da nossa sensibilidade"

Olmir Stocker "Alemão"

STOCKER, Olmir. Método de composição popular: diferentes formas de harmonizar. 1. ed. São Paulo, p. 2.

"... a matemática não pretende explicar completamente a música e nem o contrário, assim, como quaisquer outras relações estabelecidas estre duas capacidades intelectuais não apresentarão tal objetivo, até porque cada aptidão possui natureza própria, impossível de se determinar totalmente a partir de estrutura/dinâmicas pertinentes a outra competência"

Oscar João Abdounur

ABDOUNUR, Oscar João. Música e matemática: o pensamento analógico na construção de significados. 3. ed. São Paulo: Escrituras Editora, 2003, p. 299, (ensaios transversais).

"... estou persuadido de que em música não existe oposição entre forma e conteúdo, que não há 'de um lado, o abstrato, do outro, o concreto'"

Pierre Boulez

BOULEZ, Pierre. A música hoje. Tradução de Reginaldo de Carvalho e Mary Amazonas Leite de Barros. 3 ed. São Paulo: Perspectiva, 2017. p. 30.

"... a música guarda em si um potencial que foi quase, mas não inteiramente, perdido para nós, e que existem alguns pontos abismais em nosso "desenvolvimento" musical que precisam ser social e individualmente reequilibrados, para nosso próprio bem-estar físico e psísico"

R. J. Stewart

STEWART, R. J. Música e psique: as formas musicais e os estados alterados de consciência. Tradução de Carlos Afonso Malferari. 10. ed. São Paulo: Cultrix, 1995, p. 23.

"Tal é a função da arte: abrir novos modos de percepção e retratar estilos de vida alternativos. A arte está sempre do lado de fora da sociedade, e o artista nunca deve esperar obter popularidade facilmente"

Raymond Murray Schafer

SCHAFER, Raymond Murray. A afinação do mundo: uma exploração pioneira pela história passada e pelo atual estado do mais negligenciado aspecto do nosso ambiente - a paisagem sonora. 2. ed. Tradução de Marisa Trench de Oliveira Fonterrada. São Paulo: Unesp, 2011, p. 332.

"... a livre improvisação enfrenta a música como uma máquina que se abre para novas e infinitas atualizações"

Rogério Costa

COSTA, Rogério Luiz Moraes. Música errante: o jogo da improvisação livre. 1. ed. São Paulo: Perspectiva: Fapesp, 2016, p. 6.

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